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MINICRÔNICA (pôr do sol)

8 de jul.
1 min de leitura

Atualizado: 26 de jul.


Começaram as dívidas da viagem... a tela do iphone quebrou e lá se foram trezentos reais que não estavam no orçamento. O orçamento que nunca esteve em dia para principio de conversa. Mas as opções eram ficar em casa esperando uma cura ou ir embora e encontrá-la por aí, talvez algo até melhor… escolhi a segunda opção e tenho medo de nunca mais querer outra vida.

Enquanto vejo o pôr do sol, fumando um baseado, sentada no gramado do farol da barra, escuto ao longe a música Paradise sendo trazida aos meus ouvidos pelos fortes ventos mesclada no som de tambores que soam também soam em outro lugar. O céu escurecendo, as ilhas ganhando luzes ao fundo...  

Vejo bolas de sabão. De onde elas vêm? Me pergunto, uma das muitas perguntas que a sensibilidade recém-encontrada na Bahia me traz. Agradeço às entidades, agradeço aos orixás.

Enquanto minha conta está negativa, percebo o que é, de fato, estar viva.



Junho de 2026


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